Simone

Meu primeiro contato com a craniossacral foi nos Estados Unidos em 2001. Fiquei muito impressionada com os efeitos em mim. Resolvi que quando pudesse faria o curso. Minha 2ª experiência foi no curso que fiz 10 anos depois, logo que soube que já havia no Brasil. Fui atendida várias vezes por colegas em fase de aprendizagem. Muita coisa acontecia comigo nos atendimentos, além de me perceber mais relaxada e bem disposta após as sessões. Fiquei ainda mais apaixonada pela técnica. Mas um certo atendimento me marcou porque me livrou de um problema físico que já durava mais de 10 anos, a subluxação da articulação têmporo-mandibular direita. Adquiri essa subluxação durante um tratamento de canal. Gerou um incômodo bastante grande numa articulação que eu era obrigada a usar para me alimentar (não dava para evitar). E no dia da aula especifica, atendida por um colega, o Di Santana, me vi sarada do problema nessa articulação, sendo que todos os dentistas que consultei disseram que ia complicar com os anos e a única solução seria a cirúrgica.

Simone Caldeira, 50 anos, São Paulo

5.0
2015-12-03T15:24:00+00:00

Simone Caldeira, 50 anos, São Paulo